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Massificação da banda larga está sendo avaliada |
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| 10/11/2009 10:00:00 |
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Ministro das Comunicações e dirigentes de empresas se reúnem para debater assunto
Os presidentes das maiores operadoras de telefonia do país – entre as quais Telefônica, Oi, Embratel, Vivo, Claro e TIM – se encontram hoje com o ministro das Comunicações, Hélio Costa, para fechar uma proposta de massificação da banda larga no Brasil.
Para chegar a 2014 com 80 milhões de acessos à internet em alta velocidade seria necessário um investimento adicional entre R$ 32 bilhões e R$ 38 bilhões, segundo técnicos envolvidos nas discussões.
Chamadas por Costa para apresentarem uma alternativa para o Plano Nacional de Banda Larga, as teles dirão ao ministro que o sucesso de um projeto ambicioso como esse exige contrapartidas do governo, como desoneração tributária para serviços e equipamentos, o que poderia baixar a estimativa inicial dos custos. Também será reivindicada a liberação de recursos dos fundos setoriais.
A participação das empresas surgiu da ameaça do governo de criar uma estatal de telecomunicações para competir no varejo com a iniciativa privada, vendendo serviços ao usuário final. As discussões evoluíram, no entanto, para a possibilidade de aumentar suas receitas, que viria com a ampliação da base de clientes. Na prática, elas ganhariam na quantidade, mesmo com a oferta de um produto mais barato.
Hoje, há cerca de 20 milhões de conexões em banda larga fixa e móvel. Se não houver incentivos, a previsão é de se chegar a 2014 com 48 milhões de acessos, sendo 18 milhões pelas redes das fixas e 30 milhões pelas redes das empresas de telefonia celular. Para tanto, já estava na previsão das empresas um investimento de até R$ 29 bilhões.
O problema é que a venda de produtos, nos preços atuais, se estancaria nos próximos anos, alcançando apenas as classes A e B. Os investimentos adicionais, então, seriam para ampliar o número de assinantes de banda larga em 32 milhões, alcançando a classe C e parte da classe D da população, que, de acordo com estudos do Ministério das Comunicações, estariam dispostas a pagar até R$ 30 pela banda larga.
Fonte: Zero Hora
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